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Sunday, September 17th, 2006
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7:08p - †††Ice Princess†††
Como uma frágil porcelana meu coração se estilhaçou, Em pedaços, pedaços de mim, pequenos demais para Serem colocados de volta no lugar, porém grandes o Suficiente para destruir meus sentimentos... Em uma noite glacial todas minhas lagrimas se congelaram Tornando-me tão fria quando meus sentimentos vazios... Sentindo-me tão entorpecida em um mundo obscuro a vida não Vale tanto quanto parece... Passei tanto tempo olhando no espelho que comecei a acreditar que Estava do outro lado vivendo o contrario do que sou, apenas mais Uma ilusão de minha mente vazia implorando por liberdade neste Mundo de perdedores onde todos vivem de sonhos... Noctívago pelo obscuro todas as noites procurando minha Alma perdida, posso ouvir seus gritos de dor chamando por mim, Porém esta muito longe de meus sentidos, como a encontrar Em meio a tantos fantasmas inferiores?... Enfrentando as dores de uma alma perdida e de um coração Quebrado como se libertar desse martírio se a melancolia Toma conta de mim esperando que eu feche meus olhos, Tenho que ficar firme mesmo rasgada em pedaços... Deus me abandonou quando eu mais precisava...
By: †††Ice Princess†††
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7:15p - Darkness.
Em minha arrogância suprema Não percebi o tesouro valioso Desperdicei o amparo fraterno Invalidei o Amor real e Eterno.
Alguém que me incentivava, Impedia que a dor me tocasse, Evitava que o pranto vertesse, Não deixava que eu morresse.
Alguém que sustentava minha sebe Acalentava minha tristeza ilusória Defendia minha indolência mimada Tudo sem exigir retorno... nada.
Em minha ignorância senil Não notei o abrigo precioso Ignorei o porto firme e seguro Invalidei o sucesso de meu futuro.
Preferia um esgar de ilusão Alguém que me acompanhasse Enquanto me afundava no charco Chorasse enquanto eu chorasse.
Alguém que caísse minha queda; Alguém que sentisse minha dor; Alguém que vestisse minha morte; Alguém que vivesse meu desamor.
Tolamente passei pela vida Irresponsável em meu egoísmo Fútil em minha banal existência Golpeando minha consciência.
E tudo de que necessitava Para evitar a condenação Esteve sempre ao meu lado Sempre a tive a mão.
E tudo de que precisava Para viver minha oportunidade Esteve sempre comigo Nunca se furtou a responsabilidade.
A solidão, tristeza, quimera Turvando minha visão Impedindo que eu lutasse Que fosse útil à Criação.
Mas este que nunca faltou Que sempre esteve aqui Uma vez mais me amparou Uma vez mais não se furtou.
Trôpego, inchado de mim, Embriagado de arrogância Ainda o refutei mais uma vez Ainda o tratei com ignorância.
E mesmo assim ele não se foi Resistiu e me segurou com firmeza Mostrou-me como era íntegro Revestido de absoluta nobreza.
Tocou-me a alma vacilante Com atitudes leais... honradas Vez meus olhos verterem a dor Libertou-me do mar do rancor.
Acabou-se a solidão... egoísmo Terminou o desterro... fuga vã Não mais dor... sofrimento Banha-me um novo sentimento.
Tão somente porque houve um anjo Que não me abandonou na trajetória Por que para ele se sentir um vencedor Precisava viver a minha vitória.
Darkness.
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7:19p - Allan Poe
Não fui, na infância, como os outros e nunca vi como outros viam. Minhas paixões eu não podia tirar de fonte igual à deles; e era outra a origem da tristeza, e era outro o canto, que acordava o coração para a alegria. Tudo o que amei, amei sozinho. Assim, na minha infância, na alba da tormentosa vida, ergueu-se, no bem, no mal, de cada abismo, a encadear-me, o meu mistério. Veio dos rios, veio da fonte, da rubra escarpa da montanha, do sol, que todo me envolvia em outonais clarões dourados; e dos relâmpagos vermelhos que o céu inteiro incendiavam; e do trovão, da tempestade, daquela nuvem que se alterava, só, no amplo azul do céu puríssimo, como um demônio, ante meus olhos.
Allan Poe
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7:36p - by Juliana
Acordei com o peito apertado Uma agonia incessante Lembrei-me de algo Meu coração dilacerado Devia ser um sonho
Ao abrir os olhos Percebi então Que eu realmente estava Vivenciando aquele pesadelo Que me atormentava noites adentro
Agora esse pesadelo é real E já não sei mais o que fazer Sem um rumo certo Sem um objetivo concreto Apenas problemas vindo
Aquela vida Gostosa de ser vivida Já não a conheço mais Já não sou mais capaz Já não sei o que é viver
Se devo passar por isso Não sei Mas o que importa é que Quem realmente tem valor Será mais feliz sem mim.
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7:37p - by Juliana
Escuridão Desespero A morte Meu maior desejo Lágrimas de sangue Não paro de sangrar Tudo porque um dia Comecei a sonhar Dor, sofrimento... Na garganta, palavras engasgadas. Mentira, falsidade... Pessoas enganadas Palavras, vozes... Coisas que um dia ouvi Amor, ódio... Sentimentos que já vivi Cortar os pulsos Parece a única saída Facas, cacos... Hora da despedida Disse, não disse... Melhor não olhar pra trás A porta se fecha Não a como voltar atrás Lágrimas em um túmulo Será que você vai chorar? Você nem se quer se importa Vejo isso em teu olhar As horas, os dias... Sonhos largados pelo caminho Minutos, segundos... Atiro-me nesse precipício A chuva parou???O mar se calou??? Ninguém se importou E a triste história desse alguém Enfim, acabou...
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8:13p - JOHN
john is gone, for 3 weeks. dont even know what to say or what to do.
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