resmungão
O Esperléu resmungão
O Esperléu que
agora lhe apresentamos é um regozijo para satirizar as pessoas que se
caracterizam pelo mau humor. Esta sátira não representa qualquer crítica
directa pois não deve ser esboçada na frente de uma pessoa que se enquadre
neste perfil. Engendrar este Esperléu evoca uma sensação paradoxal, pois o Esperléu sempre
traz risos e satisfações, enquanto que o tom de voz e os tiques usados para
expelir este género caparnéch de esperléuzada
são de natureza mais nervosa, fria e resmungona.
Estereotipar
por intermédio de Esperléus
tem um efeito didáctico, tarefa árdua de realizar por meio da linguagem
corrente, pois é sabido que cada qual pode fazer interpretações pessoais acerca
de qualquer assunto. A aprendizagem vem pela negativa, pois sabemos que o Esperléu, sendo
um acto maldizente enverga por um trilho moralista de elevada repercussão.
Conhece-se o “erro” censurado pois este residirá sempre no contexto esperlipitiu do Esperléu.
Para fazer o Esperléu na sua
vertente de mau humor, cinja o sobrolho, cerre os dentes e entoe com moderada
agressividade sons desconexos imitando uma insatisfação, um desagrado ou uma
ira semi-contida. Proteste, como a seguir lhe mostramos.
“Tastalheco!Ramiabuco!! Efilimerno caparélo!! Ai a mestafeca!” entre outros descontentamentos. Lembre-se que
isto é uma simulação de um estado de contestação que tantas vezes possuem as
pessoas retirando-as da sua sanidade mental. “Ai a paspalheca
rabiteca chipita!”